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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Déjà vu...

O que mais tenho de precioso nessa vida é meu filho...
Hoje buscando ele no curso de Inglês voltamos para casa conversando. Conversamos sobre

Déjà vu , ele queria saber o que era na verdade e se existia e como isso acontecia com a gente . Eu expliquei para ele disse : João Déjà vu não é como todos pensam e como nos mesmo pensávamos ser na verdade, quando sentimos um Déjà vu, os neurologistas explicam que nossos cérebros por milésimos de segundos se "desliga ".
Então na verdade não é que já estivemos lá , e sim que estamos “ali ” e por isso sentimos esse
" feeling " de já ter vivido isso antes, pois o cérebro se "desliga" e quando volta, sentimos que já estivemos em tal lugar mas é o lugar que estamos no momento !!! Déjà vu é usualmente pensado como uma impressão de já ter visto ou experimentado algo antes, que aparentemente está a ser experimentado pela primeira vez. É possível que a sensação que tem seja disparada por ação neuroquímica no cérebro que não está ligada a nenhuma experiência do passado.
Sente-se estranho e associa a sensação com já ter experimentado isso antes, mesmo se a experiência é completamente nova. Ou seja, déjà vu (já visto, em francês) pode não envolver um falso reconhecimento de algo que já se viu antes. A sensação de déjà vu é comum entre pacientes psiquiátricos. Também precede ataques de epilepsia do lóbulo temporal.
Se assumimos que a experiência é na verdade uma recordação, então o déjà vu ocorre provavelmente porque uma experiência original não foi completamente codificada.

Nesse caso parece provável que a situação presente dispare a recordação de um fragmento do passado que se baseia numa experiência real mas de que temos apenas uma memória vaga. Nossa ele ficou bobo, adorou minha explicação. Na verdade eu também não sabia, mas como ele havia me perguntado isso algumas vezes a um tempo atrás, fui logo perguntar para um médico e ele me explicou e que existem outras explicações subjetivas também, mas a orgânica é essa! Acho que ele puxou esse meu lado de querer saber tudo, saber os porque das coisas, e se entender. Ele sempre está em busca de saber porque ele sente isso, porque tudo rs!!! Mas é bom , como meu analista diz: a curiosidade é um sinal de lucidez! Meu analista é ótimo sempre com frase maravilhosas!!!
Bom já que estou falando de meu filho vou falar um pouco para vocês como tem sido minha experiência de mãe. Hoje meu filho tem quatorze anos, 1.80 m acreditam?!?! Enfim, tive-o com vinte anos de idade foi a coisa que eu mais quis na minha vida! A maior felicidade que senti, meu maior orgulho, um amor incondicional, não tem explicação, só quem é mãe pode entender esse amor!
Como eu não tive amor de pai e mãe de maneira correta na minha infância, acho que no meu inconsciente eu buscava um amor eterno, incondicional, de troca, verdadeiro.... Por isso engravidei! É tudo que mais queria na vida , um filho e me casar .

Mas claro, não com 20 anos. Mas aconteceu e hoje com meus estudos de Freud, fazendo análise e sabendo como o inconsciente prevalece em todos nós, posso perceber que engravidei por essa busca que citei.
Não foi o momento ideal, mas foi o que me trouxe alegria de viver. Na época que tive meu filho, eu era uma pessoa muito sozinha, triste, medrosa, não tinha amor de família, vivia com medo de meu pai sumir, de perder amor de todos, tinha muitos sentimentos de abandono, raiva, dor, e como já disse era co- dependente pelo fato de meu pai ser dependente químico. Era literalmente um inferno o que eu vivia, junto com meus irmãos e minha mãe que sofreu demais também.

É claro que não tiveram somente coisas ruins. Tivemos uma vida com muito luxo, muitas viagens, muita união entre nós irmãos, entre nós e minha mãe, tivemos momentos felizes, inclusive com meu pai. Mas vivíamos com medo... E isso era um uma dor diária para todos nós. Conheci uma pessoa muito especial em São Paulo que se chama Antonio Carlos, que todos os chamam de Dudu, namoramos um bom tempo e com dezenove anos engravidei e com vinte anos tive o João. Minha família entrou em choque, é claro!
Eu quando soube que estava grávida não sabia para quem contar, fui correndo contar para minha irmã mais nova, Gisella. E chamamos minha mãe para conversar e aí contamos juntas. No começo foi muito difícil para aceitarem, mas tiveram que entender. Meu tesouro já estava dentro de mim, e eu muito feliz!
Eu e o pai de João moramos um tempo juntos, mas não deu certo. Ele era muito imaturo para mim, era muito jovem. Então decidi me separar e voltar para casa de meus pais. Depois fui morar sozinha com meu filho com dois anos. Casei-me de novo quando João tinha 3 anos . E me separei quando ele tinha aproximadamente cinco anos.
Desde então tenho criado meu filho sozinha, moro com ele, faço papel de mãe e pai. Fiz questão de participar da educação dele integralmente desde o inicio, abri mão de minhas coisas. Na época era modelo, fiz alguns anos de faculdade de direito, mas o mais importante para mim era ficar ao lado de meu filho. Dar a ele o que eu não tive: AMOR E LIMITES!
Foi muito difícil, enquanto minhas amigas saiam, viajam , estudavam , trabalhavam, eu estava ao lado de meu filho, mas estava feliz e sabendo que iria colher bons frutos .Porque na vida é assim, colhemos o que plantamos ! Mesmo sendo mais fácil deixá-lo com a empregada sempre, ou deixá-lo fazer o que quer eu não fiz e nem faço isso, prefiro ir pelo caminho difícil, e saber que a coisa certa está sendo feita e que no futuro ele será um grande homem .
Hoje pude recomeçar e ao mesmo tempo dar a ele educação que eu achava correta, dar amor, exemplos. Hoje, feliz com o resultado estou dando continuidade a minha vida, claro ainda cuidando dele pois filho é para sempre e cuido com muito prazer, mas hoje é uma coisa mais leve, pois antes, ele só tinha á mim no Rio. Não tinha avós disponíveis, tios, ninguém... Só a mãe dele e o pai que ele via e continua vendo todo mês em São Paulo.
Então me sentia na obrigação de compensar ele por tudo que ele não tinha. E não materialmente como fizeram comigo, mas com minha presença.
Como estava falando, quando ele fez 11 anos pude voltar á estudar tranquilamente, com minha consciência limpa, com meu filho maior, pude voltar a fazer minhas atividades que gosto e que são importantes para mim. Olha, valeu muito à pena!
Ele é um menino super educado, bom aluno, pratica esportes, carinhoso, alegre, coração de ouro, cheio de amigos, até namoradinhas ele já teve. É uma criança saudável, pude fazer com ele o que meus pais não puderam fazer comigo! Fiz escolhas mais saudáveis, tirei ele do ciclo doentio que minha família se encontrava! Como foi difícil sem nunca ter tido limites orientação, nada, peguei essa criança e a eduquei da maneira mais certa possível, com meu instinto, com muita leitura de psicologia infantil, com ajuda de pessoas que admirava com muita luta e garra... Era dia pós dia. Luta pós luta!

Durante um bom tempo tive depressão, pânico, não conseguia fazer nada mas criar meu filho isso nunca deixei de fazer .
Hoje sinto muito orgulho de mim mesma por esse lindo trabalho que fiz com meu grande amor, meu filho.
Se você também cria seu filho sozinha ou sozinho, não desista, vale a pena se dedicar em primeiro lugar ao seu filho!!! Se você tiver a sorte que tive de poder ficar a maior parte do tempo perto dele, fique . Você vai colher frutos de prazer, nada vale mais a pena que isso! Acordar e ver seu filho bem, saudável psicologicamente, feliz, educado, amoroso, encaminhado nos estudos .... Pois no mundo em que vivemos hoje nunca é demais ficar de olhos bem abertos, dar muito amor, amizade, diálogo aos nossos filhos.

O mundo está cada vez pior para eles enfrentarem. Então se dedique á eles cada dia mais um pouquinho! Lembre-se: o que vale é a qualidade de tempo! No meu caso foi diferente pois havia um trauma de falta de amor, que quis compensar dando ao meu filho... Mas sempre soube dosar e saber que a qualidade é o que importa. Só que tem que ficar de olho sim, perguntar onde vai, exigir que andem com celular, checar dever de casa, ter pelo menos uma refeição juntos ao seu filho todos os dias, e dando sempre muitos limites! A criança pede limite, essa é uma maneira que você mostra a ela que a ama. E ela sente isso!!! Tenho vários livros para indicar, conselhos para dar... O que precisarem é só falar comigo!!!
Amem seus filho acima de qualquer coisa, mas ame a si em primeiro lugar!

Pois se não nos amamos não podemos amar ninguém...
Um grande beijo para vocês e bom jantar com os filhotes!!!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Making the best out of everything

( Nessa foto: alguns membros de minha família )
Bom dia!!!!

Sábado, no meio de uma festa que fui, sentei com uma grande amiga, e começamos a conversar sobre a vida. Como somos parecidas! Temos problemas diferentes, claro, mas temos algo em comum. Ambas buscam mudar e crescer, ambas lutadoras! Conversando com ela, ouvi uma coisa importante, e que considero verdadeira: “ Existem pessoas que já nascem com esse desejo de viver, de lutar por uma vida melhor, mesmo sabendo que a dor será inevitável, pois lutar é muito mais difícil que ficar parada.”
Não nos contentamos com pouco, queremos melhorar, queremos o melhor para nós e para as pessoas que estão ao nosso redor.
Como meu analista diz: “Pelo menos, Isabella você vive na escolha, você pode escolher”. É verdade! Quantas pessoas queriam escolher e não escolhem por medo, prisões na alma, por não terem coragem de falar, de recomeçar, de se levantar e dizer o que realmente querem para suas vidas. Eu já recomecei muitas vezes, portanto sei como é difícil, mas também como vale à pena, pois quando encontramos o que realmente querermos e amamos, isso não tem preço! Sem querer entrar em questões capitalistas, mas evidente que quando citei esta frase, lembrei-me da conhecida propaganda de um famoso cartão de crédito, que sugere que para você ser feliz, qualquer preço vale a pena ser pago. Evidente que ali existe um mecanismo de sedução e marketing para que as pessoas genuinamente acreditem que para serem felizes precisam adquirir certas coisas e prazeres, que uma boa dívida neste “bom cartão” de crédito lhe garantiria.
Mas aqui gente, quero deixar bem claro que se você não for livre e feliz no seu interior nada que se possa adquirir do lado de fora pode lhe trazer felicidade permanente. Prazeres e coisas podem nos trazer uma sensação boa sim, mas passageira e na maioria das vezes é uma fuga. Uma tentativa de preenchermos nosso vazio com aquilo que só nos engana momentaneamente. Prazeres passageiros e fugazes.
Não sei se esse é o caminho certo para todos, mas é o caminho que essa minha amiga e eu escolhemos! É o caminho da luta! Não há vitória e conquista sem luta. Todas as vitórias em guerras e batalhas, sejam elas interiores, militares, profissionais, qualquer que seja o tipo, foram antecedidas por lutas e batalhas. Eu não sei viver de outra forma!
Aquele estilo de vida, da famosa música popular de Zeca Pagodinho “Deixa a vida me levar...” e ficar na platéia vendo as coisas desmoronarem te deixará bem aí onde você está, ou pior, indo de um abismo a outro, pois como já afirma no mais antigo livro do mundo, um abismo chama outro.
Por exemplo, ver um relacionamento amoroso que eu esteja vivendo, que eu tenha certeza, dentro de mim, que as coisas da forma como estão, não vão dar certo, e pensar: “Ah, deixa! Quem sabe a vida faz um milagre e tudo muda!”. Não, gente, não muda. Não podemos modificar nenhum ser humano sobre a face da terra. Podemos mudar a nós mesmos e ainda assim com muito esforço e empenho. Para isso temos algumas ferramentas disponíveis com um tratamento psicológico, auxílio de médicos muitas das vezes, e evidentemente de Deus.
Contudo, a principal ferramenta é o nosso desejo. Sem a pessoa querer, sem a busca de um autoconhecimento, sem confrontos sobre o problema, sem diálogo é impossível uma cura. E em se tratando de um relacionamento amoroso, a mudança só pode ser possível se os dois desejarem a mesma coisa, as pessoas são indivíduos diferentes, mas para darem certo e viverem em harmonia, e serem um sistema saudável, precisam andar em acordo com relação ao que esperam do relacionamento e terem compatibilidade de valores e caráter.
Estou citando um exemplo de relacionamento amoroso, mas isso vale para tudo na vida! Não vamos conseguir nada se não levantarmos e corrermos atrás! Entendem?! A humildade de reconhecer e aceitar que certas coisas também não podemos mudar, é um bom passo para a saúde. Existirão sim situações que não poderemos modificar e nos revoltar contra esta verdade só nos adoecerá mais.
Durante muitos anos, eu não conseguia me levantar, pois ficava parada na vida de minha família, tentando salvá-los, tentando amenizar a dor deles, tentando que meus irmãos mais novos sofressem menos. Tudo bem acho que pude ajudar um pouco, mas não adiantou. Cada um tem que passar pela sua dor, não adianta escondermos de ninguém o que esta na cara de todos, pois um dia irão enxergar, vão perceber...
Isso vale até para uma criança, pois, por mais nova que seja, ela percebe as coisas.Pode até não racionalizar e ter condições de elaborar, mas ela percebe claramente as coisas.
Mas hoje acordei, e cuido de mim para poder depois cuidar do outro! Isso me faz lembrar o exemplo da comissária de bordo que, ao entramos no avião, sempre nos diz: “Em caso de emergência, primeiro coloque a máscara de oxigênio em você, depois coloque na pessoa ao lado (mesmo que seja seu filho). Por quê? Porque se você não tiver ar para respirar, você não poderá salvar, nem ajudar ninguém! Esse exemplo tão evidente não foi seguido por mim ao longo da minha vida, mas hoje faz total sentido.
Sinceramente, eu nunca enxerguei isso, pois a vida inteira, eu abri mão de mim, de minhas coisas, para cuidar da minha mãe que era co-dependente de meu pai, e, por isso, sofria demais. Do meu pai que é dependente químico, dos meus irmãos que são mais novos... Logo, eu era co-dependente também. Não conseguia enxergar nada que estava na minha frente, não conseguia ter vida própria, pois na minha cabeça co-dependente, eu tinha que salvá-los! Mas, gente, não adianta! Se fizermos isso só iremos acabar com nossas vidas, adoecer, piorar a situação daqueles que estamos tentando ajudar, pois eles se acomodam, e no final, nos sentiremos fracassados, pois o que estávamos lutando para conseguir mudar no doente, não iremos conseguir! Só ele pode querer mudar, só ele pode se convencer procurar uma ajuda profissional e mudar para melhor!

Meus queridos leitores e amigos , não façam como eu fiz, não tentem ser mãe de todos e não anulem o seu maior bem, sua VIDA! De uns anos para cá, pude ver isso, e me tornei uma pessoa feliz, a cada dia mais bem resolvida, cuidando mais de mim, do meu filho, do meu futuro, dando à volta por cima, correndo atrás de um tempo “perdido”. Mas, qualquer tempo, qualquer momento nunca é perdido, pois, em qualquer situação,aprendemos, crescemos mudamos e levamos com a gente, para vida toda, ensinamentos que ninguém pode tirar! Tornamo-nos pessoas melhores, mais fortes e especiais!
Então, se você , assim como eu passou ou passa por coisa parecida não se lamente , não fique triste, não se culpe!
Lembre-se, você pode dar a volta por cima, nunca é tarde para recomeçar.
De verdade, nunca é tarde mesmo! Eu pensava: “Nossa! Estou com 30 anos já casei, separei, tive um filho, não terminei a faculdade, perdi tanto tempo com minha família...”, “Só agora acordei, e estou vendo a vida como ela é...”, o que vou fazer? É tarde demais!
Confesso que me deu um desespero! Eu achava que não ia dar tempo para nada, que não ia ter mais jeito, que era o fim! Mas não, não era! Ao contrario, estava apenas começando minha vida, e o melhor, de uma maneira mais madura, sabendo exatamente o que queria e o que era bom para mim!
Então, vamos levantar hoje de nossas camas sabendo que tudo, tudo tem uma saída! Contem comigo para ajudá-los, dar conselhos, indicar médicos, tratamentos e apoiá-los!
E para quem tem fé em Deus, confie nele, pois ele também, sem sombra de dúvidas, está do seu lado!

Aproveitem o dia!
Beijos. Isa
Isa

sábado, 28 de agosto de 2010

Enfim comecei


Ha muito tempo venho querendo escrever sobre minha vida, e compartilhar um pouco com vocês. Para começar seria bom falar um pouco de mim, não é mesmo?! Tenho 35 anos, mãe de um lindo menino de 14 anos, sou separada, moro no Rio de Janeiro e faço faculdade de comunicação. Adoro comunicação, mas possuo outra paixão que é a Psicanálise. Ao longo de minhas publicações vocês irão entender melhor porque estou escrevendo esse blog e porque demorei tanto para tornar público meus sentimentos, mas tomei coragem, pois sei que irá ajudar muitas pessoas que passam ou passaram por problemas parecidos ou iguais aos meus e de minha família, sabendo que ainda que cada família e indivíduo possua sua história pessoal e única, existem muitas semelhanças nos aspectos do sofrimento e traumas relacionados a convivência com a doença dependência química e a destruição familiar. Sou filha de dependente químico, que também possui uma doença psiquiátrica, chamada Transtorno Afetivo Bipolar. Passei por muitos sofrimentos e traumas, mas hoje estou fazendo análise, cuidando de mim e estou conseguindo me levantar e é isso que aos poucos, quero passar para vocês! Ah, morei 14 anos nos Estados Unidos, não tendo contato com a língua portuguesa durante anos de minha formação escolar básica, então peço que levem em consideração esta parte da minha vivência e não reparem alguns deslizes tá?! O importante aqui será o conteúdo!!!Estou paralelamente escrevendo um livro sobre minha vida que em breve irei lançar... Uma biografia que será muito importante para mim e para muitas pessoas que passaram por problemas semelhantes. Hoje estou feliz, e conseguindo conviver bem com meus fantasmas! Graças a Deus meu único problema, sendo filha de um pai com Transtorno Afetivo Bipolar, é ansiedade! Mas como muitos sabem isso também é uma luta, dia após dia! E aqui vou dar dicas, sugestões e como vencer essa maldita ansiedade entre outros problemas, que vocês podem ter vivido ou ainda vivam com seus familiares ou mesmo amigos.Podem ter certeza, que sou PHD em tudo isso!Bom gente, isso é um pouquinho de mim, e do que quero compartilhar com vocês, aqui no meu BLOG. Também vou publicar tendências de moda, comportamento, relacionamentos, filhos, assuntos da atualidade, Freud e claro, problemas psiquiátricos e psicológicos! Esse Blog terá um pouquinho de tudo para cada um de vocês! Espero que gostem! E como Freud dizia: Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada! Estou aprendendo a amar a mim mesma e compreendendo que quando não nos amamos não temos capacidade de amar a nenhum outro ser humano. É esta busca que tenho feito a cada dia.Aprender a me amar, para que eu possa amar cada um dos meus semelhantes, crendo que o amor é a força motivadora de tudo o que vale à pena ser vivido.Um grande beijo e ótimo sábado! Isa